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	<title>Coaching ICF - Fatima</title>
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	<description>Fatima</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Sep 2026 21:10:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Autoconsciência e Inteligência Emocional</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/autoconsciencia-e-inteligencia-emocional-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2024 18:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconsciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta&#160;Ligação. A autoconsciência é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o coaching profissional.</em> Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Lê o artigo original nesta&nbsp;<a href="https://www.laestrella.com.pa/vida-y-cultura/autoconsciencia-y-la-inteligencia-emocional-XA6367473">Ligação</a></em><em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A autoconsciência é a base da aprendizagem, do desenvolvimento e da mudança. É um fundamento da inteligência emocional, permitindo construir melhores relações e alcançar melhores resultados com maior bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;">No livro <em>Insight</em>, Tasha Eurich diz-nos que 95% das pessoas acreditam ser autoconscientes, mas a proporção real é muito menor, entre 12% e 15%.</span> A autora entende a autoconsciência como “a vontade ou capacidade de compreender quem somos, incluindo os nossos valores e padrões (autoconsciência interna), e como os outros nos percecionam (autoconsciência externa)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolver autoconsciência implica tempo para refletir, abertura à introspeção e disponibilidade para observar, ouvir as perceções dos outros e pedir feedback.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No coaching, quando exploramos valores, talentos, paixões, pontos fortes, padrões e gatilhos, os clientes reconhecem que o exercício é menos simples e mais desafiante do que esperavam. Identificar o que nos move, nos torna únicos e nos distingue, bem como os nossos padrões de comportamento, não é tão evidente como pensamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário dedicar tempo e reflexão ao que nos distingue, aos padrões de reação e às crenças e suposições por trás das ações. Todos temos pontos cegos nos conhecimentos, emoções e reações, aos quais é difícil aceder sem feedback dos outros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O coaching proporciona o espaço reflexivo e criativo que muitas vezes falta no dia a dia: momentos para nos ligarmos a quem somos, ao que queremos e para quê, e explorarmos ações que potenciem resultados e bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando nos ligamos ao propósito, aos valores e à essência de quem somos, acedemos a uma fonte de energia e motivação que orienta as ações e apoia a flexibilidade e a resiliência necessárias para alcançar objetivos e bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tomar consciência, acedemos aos nossos recursos internos e podemos mobilizá-los, identificando também os recursos externos de que precisamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Travis Bradberry &amp; Jean Greaves, no livro <em>Inteligência Emocional 2.0,</em> exploram estratégias de autoconsciência pessoal, como aprender a identificar as emoções cognitiva e fisicamente, não as classificar como boas ou más, nem ignorá-las quando são incómodas, mas reconhecê-las e deixá-las passar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras estratégias são escrever regularmente um diário e obter feedback para nos observarmos com distância, identificando padrões de comportamento e gatilhos em situações de stress.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reflexão periódica e a meditação ajudam a ligar-nos à nossa essência e valores e a avaliar regularmente o estado mental e físico, cuidando da saúde mental e prevenindo situações de burnout.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas interações com os outros, podemos desenvolver a consciência social através da atenção plena, da presença, da escuta ativa e da empatia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com curiosidade, podemos observar o outro a partir do seu mundo, perguntar e procurar compreendê-lo através das suas experiências, crenças, suposições e cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um coach profissional reconhece que a autoconsciência é a base para o cliente alcançar os objetivos e trabalha com ele na definição de estratégias específicas para cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autoconsciência também é importante no trabalho com equipas e no desenvolvimento organizacional, para identificar dinâmicas de interação e padrões de comportamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autoconsciência pessoal e social é um processo de aprendizagem e de procura de mestria pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As minhas estratégias preferidas são a avaliação do estado emocional e o diário, escrevendo ou gravando reflexões para poder regressar a elas e observá-las com distância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caro leitor, como procuras desenvolver a tua autoconsciência? Quais são as tuas estratégias preferidas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora: Fátima Ribeiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora é PCC (ICF Professional Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da ICF Panamá.</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/autoconsciencia-e-inteligencia-emocional-pt/">Autoconsciência e Inteligência Emocional</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Elevar a liderança feminina através do coaching</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/elevar-a-lideranca-feminina-atraves-do-coaching-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2023 16:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[coaching de equipas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching de Liderança]]></category>
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		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança Feminina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta Ligação. Elevar a liderança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/economia/230115/elevando-liderazgo-femenino-traves-coaching">Ligação</a>.</em></p>
<p><strong>Elevar a liderança feminina através do coaching </strong></p>
<p><strong>Os 12 hábitos que dificultam a liderança feminina</strong></p>
<p>A cultura de liderança, as práticas organizacionais e os comportamentos individuais são três dimensões identificadas como importantes em estudos internacionais para conseguir uma mudança no desenvolvimento da liderança feminina a nível internacional.</p>
<p>Neste artigo, centramo-nos nos comportamentos individuais, na mentalidade e nas condutas que distinguem as executivas que progrediram para posições de liderança nas organizações.</p>
<p>Alguns dos comportamentos e crenças mais distintivos destas profissionais são a capacidade de defender os próprios interesses, o desenvolvimento de redes de apoio e influência em diferentes níveis da organização, a disposição para assumir riscos e desenvolver novas competências e um elevado grau de autoconfiança.</p>
<p>No livro “How Women Rise”, Sally Helgesen e Marshall Goldsmith identificam os seguintes 12 hábitos ou comportamentos que dificultam o desenvolvimento das mulheres nas organizações:</p>
<ol>
<li>Relutância em assumir as próprias conquistas.</li>
<li>Esperar que os outros reparem espontaneamente nas suas contribuições e as recompensem.</li>
<li>Sobrevalorizar a experiência.</li>
<li>Construir relações sem tirar partido delas.</li>
<li>Não reunir aliados, mentores e patrocinadores desde o primeiro dia.</li>
<li>Colocar o trabalho à frente da carreira.</li>
<li>A armadilha da perfeição.</li>
<li>O desejo de agradar.</li>
<li>Minimizar-se nas palavras e na linguagem corporal.</li>
<li>Excesso de emoção, palavras ou informação.</li>
<li>Ruminação.</li>
<li>Deixar que o seu radar a distraia.</li>
</ol>
<p>Estes hábitos surgem frequentemente em conjunto. Por exemplo, o hábito 1, a relutância em assumir as próprias conquistas, aparece muitas vezes acompanhado do 2, esperar que os outros reparem espontaneamente nas suas contribuições, as elogiem e recompensem, levando a que a mulher não desenvolva nem reconheça a importância de defender os seus próprios interesses.</p>
<p>Outros comportamentos que podem surgir em conjunto são os hábitos 3, a sobrevalorização da experiência, 6, colocar o trabalho à frente da carreira, e 7, a armadilha da perfeição. Em conjunto, podem limitar a capacidade da profissional de assumir riscos, abrir-se a projetos estratégicos e desenvolver as competências e capacidades necessárias para progredir em funções de liderança.</p>
<p>Importa ainda referir os comportamentos 4, limitar-se a construir relações, em vez de as construir e mobilizar, e 5, não reunir aliados desde o primeiro dia, que inibem o desenvolvimento de redes de apoio e influência em diferentes níveis da organização.</p>
<p>Os comportamentos 9, minimizar-se, 10, fazer em excesso, e 12, deixar que o seu radar a distraia, absorvendo demasiada informação e/ou perdendo o foco, dificultam o desenvolvimento de influência na organização e que as profissionais sejam vistas como tendo presença executiva.</p>
<p>No processo de coaching, o coach apoia a executiva a:</p>
<ul>
<li>Clarificar o propósito e a visão do futuro desejado.</li>
<li>Reconhecer o seu poder pessoal, autenticidade, competências, experiências e conhecimentos — aquilo que traz para a relação.</li>
<li>Avaliar como se apresenta e age em diferentes situações, como cria empatia, <em>rapport </em>e confiança, como comunica e responde às crises e que gatilhos podem surgir e merecem atenção.</li>
<li>Mapear as partes interessadas e identificar potenciais aliados, mentores e patrocinadores.</li>
<li>Definir o valor e o impacto que quer criar e as novas perspetivas ou mudanças emocionais que pode trazer para potenciar soluções em situações críticas.</li>
</ul>
<p>O coach acompanha a profissional nas suas ações para:</p>
<ul>
<li>Desenvolver uma estratégia de aprendizagem e crescimento com propósito e objetivos claros.</li>
<li>Estruturar uma rede ativa de relações e apoio.</li>
<li>Gerir simultaneamente o trabalho, a carreira e a vida pessoal e familiar.</li>
<li>Criar maior impacto e valor nas comunicações e interações.</li>
<li>Desenvolver a autoconfiança e assumir o seu poder pessoal.</li>
</ul>
<p>Um coach profissional apoia o desenvolvimento do cliente, estimulando a reflexão e a criatividade, funcionando como espelho e incentivando a descoberta e implementação de novas ações. Pode também utilizar técnicas de experimentação ou simulação para explorar perspetivas e ações num ambiente seguro, num processo contínuo de reflexão, ação e aprendizagem.</p>
<p>Autora: Fátima Ribeiro</p>
<p>A autora é Coach PCC, coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/elevar-a-lideranca-feminina-atraves-do-coaching-pt/">Elevar a liderança feminina através do coaching</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Professional Certified Coach (PCC)</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/professional-certified-coach-pcc-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Coach PCC]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching ICF]]></category>
		<category><![CDATA[Credenciais ICF]]></category>
		<category><![CDATA[ICF Coaching]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciei o meu percurso no coaching em 2016. Em janeiro de 2019 recebi a credencial ACC e, este mês, estou grata pela minha credencial PCC. Obrigada a todos os que conheci nesta viagem! Estou grata aos meus mentores, colegas da ICF, clientes, comunidades de prática e a todas as pessoas fantásticas com quem tive oportunidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciei o meu percurso no coaching em 2016. Em janeiro de 2019 recebi a credencial ACC e, este mês, estou grata pela minha <a href="https://www.credly.com/badges/66ee1072-bef0-42e8-aee5-e91c7a681553/public_url">credencial PCC</a>.</p>
<p>Obrigada a todos os que conheci nesta viagem!</p>
<p>Estou grata aos meus mentores, colegas da ICF, clientes, comunidades de prática e a todas as pessoas fantásticas com quem tive oportunidade de aprender. Levo-vos a todos no coração!</p>
<p>O meu compromisso é com a aprendizagem contínua e com o meu ser coach, cocriando valor com os clientes e as partes interessadas, ampliando resultados e bem-estar e contribuindo, dentro das minhas possibilidades, para um mundo com mais oportunidades para todos <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f60a.png" alt="😊" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/professional-certified-coach-pcc-pt/">Professional Certified Coach (PCC)</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presença executiva: como influenciar e ter impacto</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/presenca-executiva-como-influenciar-e-ter-impacto-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 13:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta Ligação. &#160; Desenvolver [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/amp/cafe-estrella/cultura/220515/presencia-ejecutiva-influir-e">Ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="m94-93-95" class="paragraph ">Desenvolver presença executiva é um dos objetivos mais procurados por profissionais e executivos no coaching, pois ajuda a ter maior impacto e influência.</p>
<p id="m99-98-100" class="paragraph ">Num mundo cada vez mais complexo, interligado e em rápida evolução, com mais interações virtuais, colaboradores em estruturas matriciais e várias equipas, e mudanças nas estruturas de poder, é cada vez mais relevante desenvolver uma mentalidade sistémica, compreender as ligações, ler o contexto e construir relações.</p>
<p id="m104-103-105" class="paragraph ">Algumas estratégias para navegar com sucesso as ondas da mudança são:</p>
<ul>
<li id="m114-113-115" class="paragraph ">praticar a escuta ativa e estar presente em cada interação;</li>
<li id="m119-118-120" class="paragraph ">criar mais valor com e para as partes interessadas;</li>
<li id="m124-123-125" class="paragraph ">ter maior impacto nas comunicações e intervenções;</li>
<li class="paragraph ">desenvolver uma estratégia de crescimento com propósito claro;</li>
<li class="paragraph ">gerir simultaneamente trabalho, carreira e vida pessoal e familiar;</li>
<li class="paragraph ">estruturar uma rede ativa de aliados, mentores e sponsors.</li>
</ul>
<p id="m149-148-150" class="paragraph ">No coaching, importa clarificar o que significa, para o cliente, desenvolver presença executiva, apoiando-o a analisar e hierarquizar objetivos, definir medidas de sucesso e centrar o plano de ação nos 20% que permitem alcançar 80% dos resultados.</p>
<p id="m154-153-155" class="paragraph ">No autoconhecimento e na autogestão, é essencial clarificar o propósito e a orientação do cliente e a sua disponibilidade para mudar, deixando o que já não o serve, numa relação entre benefícios e custos. Muitas vezes, o custo é abandonar:</p>
<ul>
<li id="m159-158-160" class="paragraph ">o apego a comportamentos e fatores de sucesso do passado;</li>
<li id="m164-163-165" class="paragraph ">a ideia de controlo;</li>
<li id="m169-168-170" class="paragraph ">as desculpas e o papel de vítima das circunstâncias;</li>
<li id="m174-173-175" class="paragraph ">a necessidade excessiva de ser “Eu”;</li>
<li id="m179-178-180" class="paragraph ">pensamentos e emoções do passado, abrindo espaço a uma versão do “Eu” com maior agilidade emocional.</li>
</ul>
<p id="m184-183-185" class="paragraph ">É abrir-se à incerteza, ao não saber, ao desenvolvimento de novos recursos e soluções e à procura da oportunidade e do presente de cada situação imprevista.</p>
<p id="m189-188-190" class="paragraph ">No autoconhecimento, o coach apoia o cliente a:</p>
<ul>
<li id="m194-193-195" class="paragraph ">reconhecer o seu poder pessoal, autenticidade, competências, experiências e conhecimentos — o que traz para a relação;</li>
<li id="m199-198-200" class="paragraph ">avaliar como se apresenta em diferentes situações, cria empatia, rapport e confiança, responde aos outros e às crises, e quais os gatilhos a que deve estar atento;</li>
<li id="m204-203-205" class="paragraph ">identificar o valor e o impacto que quer criar e as novas perspetivas ou mudanças emocionais que pode trazer para potenciar soluções em situações críticas.</li>
</ul>
<p id="m209-208-210" class="paragraph ">Alcançar resultados com bem-estar também exige feedback contínuo dos stakeholders. Importa identificar as partes interessadas internas e externas essenciais, ampliar a esfera de influência e impacto, compreender as estruturas de poder formais e informais e definir o valor a criar com e para cada uma.</p>
<p id="m214-213-215" class="paragraph ">O feedback contínuo e o alinhamento de expectativas permitem conhecer melhor a evolução das perceções das partes interessadas, preparando o cliente para agir estrategicamente com maior rapidez perante mudanças organizacionais ou no negócio.</p>
<p id="m219-218-220" class="paragraph ">O coach profissional apoia o desenvolvimento do cliente, estimulando a reflexão e a criatividade: “e se…?”, “o que aconteceria se…?”, “o que mais…?”. Funciona como um espelho: “isto é o que estou a ouvir”, “isto é o que estou a observar”. Incentiva novas linhas de ação: “o que ainda não experimentaste?”, “como o dirias?”, “como o farias?”. Pode também usar técnicas de experimentação ou simulação para explorar perspetivas e ações num ambiente seguro, num processo contínuo de reflexão, ação e aprendizagem.</p>
<p id="m224-223-225" class="paragraph ">Autora: Fátima Ribeiro</p>
<p id="m229-228-230" class="paragraph ">A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/presenca-executiva-como-influenciar-e-ter-impacto-pt/">Presença executiva: como influenciar e ter impacto</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os sabotadores e a sabedoria</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/os-sabotadores-e-a-sabedoria-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 12:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching ICF]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência comunicacional]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência para a mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[Sabotadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta Ligação. &#160; O [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/os-sabotadores-e-a-sabedoria-pt/">Os sabotadores e a sabedoria</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/amp/cafe-estrella/cultura/220220/saboteadores-sabiduria">Ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="m94-93-95" class="paragraph ">O conceito de inteligência evoluiu ao longo do tempo. No início do século XX, o quociente intelectual era considerado o principal indicador de sucesso. Nos anos 1980, começámos a ouvir falar do quociente emocional, ligado à inteligência emocional: autoconsciência, autogestão, conhecimento dos outros e gestão das relações, como fatores diferenciadores de uma vida bem-sucedida, com um impacto próximo de 80% no sucesso.</p>
<p id="m99-98-100" class="paragraph ">Hoje, com a crescente complexidade e incerteza, ganham importância conceitos como a inteligência colaborativa: a capacidade de cocriar um resultado superior à soma das partes.</p>
<p id="m104-103-105" class="paragraph ">Falamos também de inteligência para a mudança, ligada à agilidade emocional — navegar diferentes emoções e agir com base em valores e objetivos de longo prazo —, à resiliência — enfrentar a mudança e a adversidade — e à antifragilidade, que integra a capacidade de prosperar, e não apenas resistir, em situações incertas e adversas.</p>
<div class="amp-article-content-ad " data-ad-position="content" data-article-id="465227" data-article-category="cafe-estrella/cultura"> Outros conceitos são a inteligência comunicacional, que adapta as mensagens conscientemente aos objetivos e ao contexto para criar maior influência, impacto e valor, e a inteligência de conexão, que reflete a capacidade de fazer perguntas, conceber ideias e conduzir conversas para influenciar e mobilizar os outros em torno de um objetivo.</div>
<p id="m119-118-120" class="paragraph ">O próprio conceito de trabalho evoluiu: de um trabalho essencialmente manual, associado ao início da industrialização, para um trabalho mais cognitivo, associado à aquisição de conhecimento e a estratégias ativas de aprendizagem, com a revolução da internet e da economia do conhecimento. Evolui agora para um trabalho mais emocional, ligado ao desenvolvimento da empatia e da compaixão, à ligação a um propósito e a valores, que potencie o desenvolvimento de relações, conexões e alianças a um nível mais sistémico.</p>
<p id="m124-123-125" class="paragraph ">No conjunto, são conceitos de inteligência ligados às competências interpessoais, ao trabalho sobre o ser e o pensar, à gestão de emoções, crenças e pensamentos e a ações com propósito e valores que desenvolvam o nosso potencial, com impacto simultâneo nos resultados e no bem-estar.</p>
<p id="m149-148-150" class="paragraph ">O coaching estimula o pensamento e a criatividade para desenvolver o potencial do cliente, ligando o ser, o pensar e o fazer. Os objetivos e as ações são definidos a partir do futuro desejado pelo cliente, do seu propósito e das suas visões.</p>
<p id="m154-153-155" class="paragraph ">Ao considerar uma perspetiva sistémica e os vários níveis de contexto, das relações interpessoais ao contexto global, estes conceitos de inteligência surgem frequentemente nos desafios do cliente e nas conversas de coaching.</p>
<p id="m159-158-160" class="paragraph ">Outro conceito que pode surgir é a inteligência positiva, desenvolvida por Shirzad Chamine, autor e docente na Escola de Negócios da Universidade de Stanford. Define-a como uma medida de agilidade mental: a rapidez com que passamos de respostas “negativas” para “positivas” perante diferentes desafios.</p>
<p id="m164-163-165" class="paragraph ">No seu trabalho, Chamine identifica os principais sabotadores que influenciam os nossos pensamentos e o nosso “juiz interno”, através da forma como reagimos aos desafios.</p>
<p id="m169-168-170" class="paragraph ">Através da autoconsciência, da autocompaixão e de exercícios de reflexão ligados aos diversos sentidos, que nos ajudem a reconhecer as emoções presentes e a navegar para um espaço mental de curiosidade e criatividade, podemos desenvolver a agilidade mental que nos permita identificar a dádiva e a oportunidade de cada situação, incluindo aquelas que se apresentam como dolorosas e/ou desafiantes.</p>
<p class="paragraph ">Fátima Ribeiro</p>
<p id="m174-173-175" class="paragraph ">A autora é coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, ACC (ICF Associate Certified Coach), e membro da direção da ICF Panamá.</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/os-sabotadores-e-a-sabedoria-pt/">Os sabotadores e a sabedoria</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Agilidade e o Coaching</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/a-agilidade-e-o-coaching-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 22:49:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta ligação. &#160; Como observamos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/a-agilidade-e-o-coaching-pt/">A Agilidade e o Coaching</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/cafe-estrella/cultura/210321/agilidad-coaching">ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como observamos e compreendemos o mundo à nossa volta?</p>
<p>Tudo o que percecionamos passa pelo nosso <em>mindset,</em> ou mentalidade: uma combinação de atitudes, crenças e valores que influencia os comportamentos, as ações diárias e a forma de aprender. Segundo o estudo de Ashley Buchanan e Margaret L. Kern, a mentalidade afeta subconscientemente a forma de pensar, agir e até de percecionar as possibilidades do futuro. Contudo, em contextos adequados, é possível mudá-la conscientemente e melhorar o bem-estar individual e coletivo.</p>
<p>A psicóloga Carol Dweck descreve, no livro “Mindset: A Nova Psicologia do Sucesso”, dois tipos de mentalidade. Na mentalidade fixa, as pessoas acreditam que as capacidades são inatas e não podem mudar ou melhorar. Por isso, receiam desafios, desistem perante obstáculos e encaram o sucesso dos outros como uma ameaça. Na mentalidade de crescimento, acreditam que podem desenvolver capacidades através da prática e do esforço, apreciam desafios, veem obstáculos e fracassos como oportunidades de aprendizagem e pessoas bem-sucedidas como fontes de inspiração.</p>
<p>Dweck encontrou organizações e gestores com mentalidade de crescimento em que os colaboradores se sentem mais capacitados e comprometidos e consideram que a empresa valoriza a criatividade, a inovação e o trabalho em equipa. Nas organizações de mentalidade fixa também se fala de criatividade e inovação, mas, quando algo falha, alguém tem de pagar o preço.</p>
<p>Existem <em>frameworks</em> ou referenciais que integram princípios e práticas ágeis, permitindo às empresas aumentar a criatividade e a inovação e adaptar-se rápida e eficazmente a um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo.</p>
<p>A implementação bem-sucedida destes referenciais Lean-Ágeis exige líderes com mentalidade de crescimento, também chamada mentalidade Lean-Ágil. Esta permite impulsionar a transformação da organização, melhorando a cultura e a agilidade empresarial.</p>
<p>O coaching pode acompanhar os líderes na passagem de uma mentalidade fixa para uma mentalidade de crescimento, com grande potencial para gerar mudanças individuais que afetam todo o sistema.</p>
<p>O coaching executivo pode apoiar líderes orientados para princípios e práticas ágeis, explorando valores e crenças (SER), modelos mentais e estruturas cognitivas (PENSAR) e práticas, comportamentos e perceções visíveis (FAZER).</p>
<p>O trabalho pode fazer-se de fora para dentro, partindo dos comportamentos e das perceções para alcançar resultados sustentáveis, ou de dentro para fora, partindo dos valores e das estruturas de pensamento, sempre de acordo com o contrato de coaching estabelecido.</p>
<p>A metodologia escolhida deve ser aquela em que o líder e a organização reconhecem maior valor. Importa ajudar o líder a envolver colaboradores e outras partes interessadas, a escutá-los e valorizar todas as opiniões, num processo de aprendizagem individual e coletiva e de criação de uma cultura ágil, centrada no cliente.</p>
<p>O coaching pode tornar-se uma peça-chave na evolução das organizações ágeis, acompanhando os líderes no desenvolvimento das suas equipas e promovendo a mentalidade de crescimento em toda a organização.</p>
<p>Através do coaching sistémico, as equipas ágeis podem desenvolver-se como equipas autogeridas, clarificando o propósito, a criação de valor, os resultados sustentáveis, a tomada de decisão, a organização do trabalho e as relações entre os seus membros e com outras equipas. O coaching contribui, assim, para reforçar e consolidar a mudança cultural necessária.</p>
<p>Autoras:</p>
<p>Romina Leveau e Fátima Ribeiro</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/a-agilidade-e-o-coaching-pt/">A Agilidade e o Coaching</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A revolução da liderança</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/a-revolucao-da-lideranca-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 00:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta ligação. &#160; A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/cafe-estrella/cultura/210207/revolucion-liderazgo">ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A forma como pensamos a liderança precisa de mudar. Falamos numa “crise de liderança”, mas, na realidade, não sabemos como deverá ser a liderança do futuro. O estudo global “A Liderança de Amanhã e a Revolução Necessária no Desenvolvimento da Liderança de Hoje” procurou explorar esta questão. Partilho algumas conclusões.</p>
<p>Publicado pela Henley Business School, no Reino Unido, e liderado pelo Professor Peter Hawkins, investigador, autor e criador de uma metodologia de coaching sistémico de equipas, o estudo reflete sobre quatro perguntas-chave:</p>
<ol>
<li>Em que será diferente a liderança necessária nas organizações de amanhã face à de hoje?</li>
<li>O que é necessário desenvolver para a liderança de amanhã?</li>
<li>Até que ponto as melhores práticas atuais são adequadas para desenvolver a liderança de amanhã?</li>
<li>O que mais é necessário fazer?</li>
</ol>
<p>Alguns dos principais desafios que os líderes consideram que os afetarão nos próximos 20 anos são:</p>
<ol>
<li>Transformação incessante e acelerada das organizações</li>
<li>Evolução tecnológica e digital</li>
<li>Mudança dos modelos de negócio, desintermediação e «uberização»</li>
<li>Menos colaboradores nas organizações e complexidade crescente das partes interessadas</li>
<li>Globalização</li>
<li>Alterações climáticas e</li>
<li>Necessidade de aprender e de se adaptar mais depressa.</li>
</ol>
<p>Estes desafios estão interligados, impulsionando-se mutuamente.</p>
<p>Num contexto de transformação incessante, a mudança deixa de ser um acontecimento pontual para ser uma constante global, afetando indivíduos e organizações a um ritmo acelerado. As tendências identificadas incluem mudanças demográficas, na força de trabalho e nas formas de trabalhar, instabilidade política, imprevisibilidade económica, volatilidade dos mercados, globalização, alterações climáticas e migração.</p>
<p>A digitalização, a robótica e a externalização contribuem para “esvaziar” as organizações. Os líderes de amanhã terão menos pessoas para gerir e um número crescente, diverso e complexo de grupos e organizações com quem precisarão de estabelecer parcerias. A liderança passa de vertical a horizontal: além de liderar a organização, é necessário criar parcerias e sinergias com diferentes <em>grupos de interesse </em>para ter sucesso. Desenvolver parcerias e trabalhar em rede é uma competência indispensável.</p>
<p>Pensar globalmente, estar atento às tendências mundiais e adaptar-se com agilidade ao inesperado é outra competência de liderança. A aprendizagem de líderes e organizações deve acompanhar a velocidade de mudança do ambiente para evitar a extinção.</p>
<p>O estudo identifica as seguintes mudanças necessárias:</p>
<ol>
<li>De “liderar as minhas pessoas” para “orquestrar ecossistemas empresariais”</li>
<li>De “líderes individuais heroicos” para “liderança coletiva e colaborativa”</li>
<li>Liderança orientada pelo propósito e pela criação de valor para todos os grupos de interesse.</li>
<li>Da inovação sequencial e fragmentada para o trabalho simultâneo em três horizontes temporais: hoje, amanhã e futuro.</li>
<li>Acolher a diversidade individual nas suas várias dimensões e também a diversidade sistémica</li>
<li>O líder deve desenvolver os outros.</li>
<li>A liderança deve manter uma motivação elevada em diferentes gerações de colaboradores.</li>
<li>A maturidade ética necessária para viver num mundo transparente.</li>
<li>A importância de criar parcerias e redes bem-sucedidas</li>
</ol>
<p>O estudo realça a necessidade de maior maturidade de liderança e ética, a criação de valor para todos os grupos de interesse, uma maior consciência da diversidade organizacional e a importância da liderança coletiva e colaborativa.</p>
<p>O coaching sistémico pode facilitar esta mudança ao trazer para as equipas as perspetivas dos vários grupos de interesse, apoiando o trabalho ligado a um propósito e a uma visão de sucesso. Promove a confiança para melhorar o compromisso, o desenvolvimento de relações, parcerias e ligações, e a cocriação de soluções que favoreçam a aprendizagem organizacional.<br />
Fátima Ribeiro</p>
<p>A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/a-revolucao-da-lideranca-pt/">A revolução da liderança</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Coaching de Equipas: o todo é mais do que a soma das partes</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/coaching-de-equipas-o-todo-e-mais-do-que-a-soma-das-partes-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 00:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta ligação. &#160; A equipa, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/coaching-de-equipas-o-todo-e-mais-do-que-a-soma-das-partes-pt/">Coaching de Equipas: o todo é mais do que a soma das partes</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www.laestrella.com.pa/cafe-estrella/201213/coaching-equipos-suma-partes">ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A equipa, enquanto unidade de trabalho, é hoje um elemento crítico para o sucesso de quase qualquer esforço organizacional. É uma afirmação difícil de contestar.</p>
<p>No estudo Deloitte Human Capital Trends 2016, a principal preocupação de mais de 7 000 empresas em mais de 130 países era como redesenhar a estrutura organizacional para as condições atuais. A conclusão foi avançar para aquilo a que a Deloitte chama uma “rede de equipas”. A pandemia ampliou este efeito, tornando a eficácia das equipas ainda mais determinante para o sucesso da organização.</p>
<p>Por isso, o Coaching de Equipas é uma modalidade cada vez mais importante para alcançar um desempenho elevado, consistente e duradouro, alinhando as equipas em torno de um propósito e de objetivos coletivos.</p>
<p>É necessário que o todo crie mais valor do que a soma das partes e que cada membro assuma a responsabilidade pela sua contribuição, numa liderança individual, e pelo funcionamento de toda a equipa, numa liderança coletiva. A equipa deve aprender, desenvolver-se e adaptar-se em conjunto à velocidade crescente da mudança e à complexidade, incerteza e ambiguidade.</p>
<p>O coach de equipas trabalha em tempo real, com uma perspetiva sistémica das necessidades e desafios das partes interessadas, para ampliar a autoconsciência, aprofundar capacidades e desenvolver competências. Assim, podem transformar-se os níveis de eficácia, coesão, aprendizagem e desempenho.</p>
<p>Outras modalidades de intervenção incluem a facilitação, a formação, o team building e a consultoria. Exploraremos estas práticas e as suas diferenças face ao Coaching de Equipas. Todas têm valor e são adequadas a determinadas circunstâncias. O importante é ter clareza sobre a necessidade que queremos satisfazer.</p>
<p><strong>Facilitação de Equipas:</strong> Serve para gerir o trabalho em equipa, em tempo real, na implementação de um processo ou ferramenta para alcançar uma meta. O facilitador promove o diálogo e a clareza. Geralmente é uma intervenção curta, centrada na colaboração da equipa para obter o resultado pretendido.</p>
<p><strong>Formação de Equipas:</strong> É a aprendizagem através de leituras, aulas ou exercícios. Também de curta duração, aumenta o conhecimento numa área específica. Consiste, essencialmente, na aquisição de conhecimentos ou no desenvolvimento de competências.</p>
<p><strong>Team Building:</strong> Funciona através de jogos, simulações e experiências organizadas em eventos especiais. Gera entusiasmo, coesão, confiança e respeito entre os participantes. A duração é ainda mais curta, tal como o seu impacto.</p>
<p><strong>Consultoria de Equipas:</strong> É conduzida por um especialista, centrada na proposta de soluções e recomendações a implementar. A duração varia e baseia-se num plano de trabalho necessário para atingir a meta desejada.</p>
<p><strong>Coaching de Equipas:</strong> É um processo de médio a longo prazo, centrado na equipa como um sistema, que promove mudanças sustentáveis. O coach trabalha em parceria com a equipa, através de intervenções regulares e/ou sessões de trabalho. Desafia-a a observar e refletir sobre o seu funcionamento e a forma como os padrões de interação afetam o desempenho. Ajuda-a a responder às necessidades dos stakeholders e a ampliar o propósito e a visão comuns. A equipa faz ajustes específicos para reforçar os seus pontos fortes e desenvolver áreas de melhoria, integrando aprendizagens. O Coaching de Equipas distingue-se do Coaching de Grupos pela sua intervenção mais profunda e sistémica junto da equipa como um todo.</p>
<p>Com utilização crescente a nível mundial no desenvolvimento de equipas e organizações, é um processo de aprendizagem coletiva com potencial transformador a nível individual e intrapessoal, no desempenho e nos resultados, e nas relações com as partes interessadas, integrado no contexto organizacional e global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autores:</p>
<p>Alberto Navarro e Fátima Ribeiro</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/coaching-de-equipas-o-todo-e-mais-do-que-a-soma-das-partes-pt/">Coaching de Equipas: o todo é mais do que a soma das partes</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Emocional: uma ferramenta no Coaching</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/inteligencia-emocional-uma-ferramenta-no-coaching-pt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 20:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências. Lê o artigo original nesta ligação. &#160; No coaching [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatimaribeiro.coach/inteligencia-emocional-uma-ferramenta-no-coaching-pt/">Inteligência Emocional: uma ferramenta no Coaching</a> first appeared on <a href="https://fatimaribeiro.coach">Fatima</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.</em></p>
<p><em>Lê o artigo original nesta <a href="https://www-laestrella-com-pa.cdn.ampproject.org/c/s/www.laestrella.com.pa/amp/cafe-estrella/cultura/201018/inteligencia-emocional-herramienta-coaching">ligação</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No coaching utilizam-se vários conceitos e ferramentas para apoiar os coachees, de acordo com o foco do processo, a formação e os recursos de cada coach.</p>
<p>A inteligência emocional é uma dessas ferramentas.</p>
<p>Yuval Noah Harari, historiador, filósofo e autor de livros como “21 Lições para o Século XXI”, considera a inteligência emocional e o equilíbrio mental duas competências imprescindíveis para o resto da vida.</p>
<p>Daniel Goleman, um dos pioneiros da inteligência emocional, publicou em 1996 o artigo “O que faz um líder?”, ainda hoje considerado leitura essencial sobre liderança na Harvard Business Review.</p>
<p>O artigo caracteriza um líder emocionalmente inteligente através de cinco elementos: autoconhecimento, autodisciplina, motivação, empatia e competência social.</p>
<p>Ao <strong>autoconhecimento</strong> associam-se a autoconfiança, uma autoavaliação realista e um sentido de humor autocrítico.</p>
<p>As principais características da <strong>autodisciplina</strong> são a fiabilidade e a integridade, o conforto perante a ambiguidade e a abertura à mudança.</p>
<p>A paixão por cumprir objetivos, o otimismo mesmo perante o fracasso e o compromisso com a organização são as três principais características da <strong>motivação.</strong></p>
<p>A capacidade de desenvolver e reter talento, a sensibilidade a diferentes culturas e a orientação para o serviço ao cliente são características da <strong>empatia</strong>.</p>
<p>Na <strong>competência social</strong> o autor refere a eficácia na liderança da mudança, o poder de persuasão e a capacidade de construir e liderar equipas.</p>
<p>Estas características continuam a constituir um modelo válido mais de vinte anos depois. O que muda é o nosso mapa mental e a sua forma ou ordem de importância nos diferentes contextos.</p>
<p>Mais recentemente, Travis Bradberry &amp; Jean Greaves desenvolveram o conceito de inteligência emocional com uma abordagem prática, definindo duas grandes competências: pessoal e social. Na <strong>competência pessoal</strong>, é importante <strong>a autoconsciência</strong> — reconhecer as próprias emoções e tolerar o desconforto — e a <strong>autogestão</strong> — tolerar a incerteza e perseguir objetivos, não necessidades. Na <strong>competência social</strong>, é importante a <strong>consciência social</strong> — reconhecer as emoções dos outros, escutar e observar — e a <strong>gestão de relações </strong>— gerir as interações com sucesso e reforçar ligações.</p>
<p>Considero particularmente útil no coaching o modelo desenvolvido pelo Dr. Reuven Bar-On e por Jonathan e Leigh Bowman-Perks, que inclui como fatores de inteligência emocional os <strong>fatores intrapessoais</strong>, ligados à autoconsciência e à autoexpressão, os fatores <strong>interpessoais</strong> de consciência social e interação, os fatores de <strong>gestão do stress</strong> associados à gestão e ao controlo emocional, os fatores de <strong>adaptabilidade</strong> e gestão da mudança, e os fatores <strong>gerais</strong> como a automotivação.</p>
<p>No coaching, estes modelos podem ser trabalhados considerando, por exemplo, as áreas em que o coachee tem oportunidades de melhoria, as áreas em que já funciona eficazmente e aquelas em que apresenta um desempenho superior.</p>
<p>A inteligência emocional influencia significativamente os comportamentos e as relações e pode ser trabalhada com estes referenciais teóricos. O mais importante é utilizar metodologias adequadas a cada cliente, aos objetivos do processo e aos objetivos específicos de cada sessão.</p>
<p>O coachee pode recorrer à sua reflexão e/ou incorporar as perceções dos seus stakeholders, como familiares, amigos, colegas, chefias e membros da equipa, beneficiando de uma perspetiva sistémica. A humildade, a coragem e a disciplina no processo influenciam fortemente os resultados.</p>
<p>O processo enriquece-se quando o coachee se abre ao feedback dos stakeholders, num ciclo positivo de reflexão, integração de aprendizagens, escuta de sugestões, avaliação e ação.</p>
<p>Fátima Ribeiro, ACC</p>
<p>A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.</p>
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		<title>Cultura de Coaching nas Organizações</title>
		<link>https://fatimaribeiro.coach/cultura-de-coaching-nas-organizacoes-pt-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 15:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[coaching de equipas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching ICF]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura de Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Da Crise à Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento da Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento de Competências Comportamentais]]></category>
		<category><![CDATA[ICF Capítulo Panamá]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo da International Coaching Federation (ICF) e do Human Capital Institute (HCI), de 2014, refere: “com uma melhor compreensão da importância do coaching para o desenvolvimento da força de trabalho da empresa como um todo e para garantir vantagem competitiva através das pessoas, a organização pode estabelecer as bases de uma cultura de coaching [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo da International Coaching Federation (ICF) e do Human Capital Institute (HCI), de 2014, refere: “com uma melhor compreensão da importância do <em>coaching</em> para o desenvolvimento da força de trabalho da empresa como um todo e para garantir vantagem competitiva através das pessoas, a organização pode estabelecer as bases de uma cultura de <em>coaching</em> bem-sucedida e duradoura. Como resultado, a empresa pode transmitir o seu compromisso com o desenvolvimento contínuo dos colaboradores, ajudando a reter talento e a atrair melhores candidatos.”</p>
<p>A sessão apresentará as principais etapas de uma cultura de coaching nas organizações e dados da minha investigação no âmbito do estudo <a href="https://revistas.qlu.ac.pa/index.php/latitude/article/view/99">“O coaching, a liderança e o desenvolvimento de competências interpessoais no Panamá”</a>, ajudando a identificar a etapa em que se encontra cada organização, os benefícios de desenvolver uma cultura de coaching e o que esperar de cada fase, e proporcionando ferramentas para esse desenvolvimento.</p>
<p>Estão previstas dinâmicas interativas para conhecer as perceções dos participantes sobre as suas organizações, partilhar aprendizagens e identificar o que podem implementar para desenvolver uma cultura de coaching.</p>
<p>Junta-te a mim em 23 de outubro, no evento anual da ICF Capítulo Panamá, que decorre de 22 a 24 de outubro. Mais informações e inscrições em:<a href="https://www.icfpanama.org/evento-2020/page"> https://www.icfpanama.org/evento-2020/page</a></p>
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