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Profissional recebe o reconhecimento da equipa durante uma apresentação

Presença executiva: como influenciar e ter impacto

Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.

Lê o artigo original nesta Ligação.

 

Desenvolver presença executiva é um dos objetivos mais procurados por profissionais e executivos no coaching, pois ajuda a ter maior impacto e influência.

Num mundo cada vez mais complexo, interligado e em rápida evolução, com mais interações virtuais, colaboradores em estruturas matriciais e várias equipas, e mudanças nas estruturas de poder, é cada vez mais relevante desenvolver uma mentalidade sistémica, compreender as ligações, ler o contexto e construir relações.

Algumas estratégias para navegar com sucesso as ondas da mudança são:

  • praticar a escuta ativa e estar presente em cada interação;
  • criar mais valor com e para as partes interessadas;
  • ter maior impacto nas comunicações e intervenções;
  • desenvolver uma estratégia de crescimento com propósito claro;
  • gerir simultaneamente trabalho, carreira e vida pessoal e familiar;
  • estruturar uma rede ativa de aliados, mentores e sponsors.

No coaching, importa clarificar o que significa, para o cliente, desenvolver presença executiva, apoiando-o a analisar e hierarquizar objetivos, definir medidas de sucesso e centrar o plano de ação nos 20% que permitem alcançar 80% dos resultados.

No autoconhecimento e na autogestão, é essencial clarificar o propósito e a orientação do cliente e a sua disponibilidade para mudar, deixando o que já não o serve, numa relação entre benefícios e custos. Muitas vezes, o custo é abandonar:

  • o apego a comportamentos e fatores de sucesso do passado;
  • a ideia de controlo;
  • as desculpas e o papel de vítima das circunstâncias;
  • a necessidade excessiva de ser “Eu”;
  • pensamentos e emoções do passado, abrindo espaço a uma versão do “Eu” com maior agilidade emocional.

É abrir-se à incerteza, ao não saber, ao desenvolvimento de novos recursos e soluções e à procura da oportunidade e do presente de cada situação imprevista.

No autoconhecimento, o coach apoia o cliente a:

  • reconhecer o seu poder pessoal, autenticidade, competências, experiências e conhecimentos — o que traz para a relação;
  • avaliar como se apresenta em diferentes situações, cria empatia, rapport e confiança, responde aos outros e às crises, e quais os gatilhos a que deve estar atento;
  • identificar o valor e o impacto que quer criar e as novas perspetivas ou mudanças emocionais que pode trazer para potenciar soluções em situações críticas.

Alcançar resultados com bem-estar também exige feedback contínuo dos stakeholders. Importa identificar as partes interessadas internas e externas essenciais, ampliar a esfera de influência e impacto, compreender as estruturas de poder formais e informais e definir o valor a criar com e para cada uma.

O feedback contínuo e o alinhamento de expectativas permitem conhecer melhor a evolução das perceções das partes interessadas, preparando o cliente para agir estrategicamente com maior rapidez perante mudanças organizacionais ou no negócio.

O coach profissional apoia o desenvolvimento do cliente, estimulando a reflexão e a criatividade: “e se…?”, “o que aconteceria se…?”, “o que mais…?”. Funciona como um espelho: “isto é o que estou a ouvir”, “isto é o que estou a observar”. Incentiva novas linhas de ação: “o que ainda não experimentaste?”, “como o dirias?”, “como o farias?”. Pode também usar técnicas de experimentação ou simulação para explorar perspetivas e ações num ambiente seguro, num processo contínuo de reflexão, ação e aprendizagem.

Autora: Fátima Ribeiro

A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.

Duas pessoas conversam numa sessão de acompanhamento

Precisamos de mudar para 2022?

Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.

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Vivemos num contexto em que a mudança já não é um acontecimento, mas uma constante. Parar, pensar e dedicar tempo consciente à aprendizagem é cada vez mais importante — e difícil, dado o ritmo de vida — para enfrentar os desafios do futuro.

 

Aproximamo-nos do final de 2021 e convido-vos a fazer uma pausa, refletir, integrar aprendizagens e planear 2022.

 

Como nos estão as mudanças a afetar enquanto pessoas, famílias, equipas e organizações?

  • O que vemos e em que acreditamos? Que pensamentos nos habitam? Em que crenças nos estamos a focar?
  • Como trabalhamos e nos relacionamos? Que parcerias, relações e ligações estamos a construir?
  • Quem estamos a ser nos diferentes momentos, com diferentes pessoas e em diferentes contextos?

 

Tomar consciência de como sentimos, pensamos e influenciamos as pessoas à nossa volta é importante na aprendizagem e na mudança.

 

Complementarmente, importa validar a nossa perceção com a dos outros, através de momentos periódicos de feedback e feedforward, ou sugestões de melhoria.

 

Identificar valores, talentos, aspirações, padrões, ambientes em que florescemos, reações e impacto nos outros aumenta o autoconhecimento e a autoconsciência. Permite clarificar forças e fraquezas, perceber o que nos distingue, as barreiras internas, os recursos necessários e o que queremos aprender para potenciar a nossa proposta de valor face às oportunidades e ameaças do contexto.

 

Reconhecer os gatilhos e a origem dos estímulos que nos afetam ajuda-nos a escolher os comportamentos que melhor servem os nossos objetivos e a evitar a volatilidade emocional como ferramenta de autogestão ou de gestão dos outros.

 

Onde estamos na curva da mudança? Na negação, resistência, aceitação, desenvolvimento de capacidades ou no compromisso, investindo tempo e recursos?

 

E o que se passa nas nossas equipas e organizações? Como reagem aos desafios diários, à incerteza e à mudança? O que observamos e cocriamos? Que valor criamos?

 

Ambientes de confiança, segurança psicológica, padrões elevados e responsabilidade, onde o erro integra a aprendizagem, favorecem a aprendizagem e a tomada de riscos e estão mais preparados para a mudança constante. Pelo contrário, ambientes de controlo excessivo, microgestão e baixa segurança psicológica relacionam-se com ansiedade e stress perante a mudança.

 

Identificar as formas de comunicação que mais utilizamos também é crucial. Estamos a informar, dizer e perguntar? A persuadir e negociar? A cocriar e transformar? Que combinação temos e qual gostaríamos ou precisaríamos de ter?

 

O propósito das organizações está a passar da criação de valor para os acionistas à criação de valor para todos os stakeholders. Que valor criamos para os internos e externos? O que diriam colaboradores, equipas, clientes, fornecedores e outros sobre o caminho percorrido e o que falta percorrer? O que não podemos deixar de atender desde já, para hoje, amanhã e o futuro?

 

Gerir polaridades é cada vez mais uma constante: resultados e bem-estar; hoje, amanhã e futuro; gestão e inovação; estratégia e operação; individualidade e diversidade. O desafio é gerir ambas simultaneamente. É a liderança partilhada e o desenvolvimento de uma visão sistémica, reforçando relações, ligações e parcerias.

 

O coaching individual, executivo, de grupos ou de equipas ajuda a criar possibilidades a partir do propósito e da visão de futuro, a identificar padrões e a adotar uma perspetiva curiosa, promovendo criatividade, confiança, experimentação e responsabilidade. Um coach profissional tem, de acordo com a sua especialidade, ferramentas para apoiar este caminho.

 

Autora: Fátima Ribeiro

A autora é coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, ACC (ICF Associate Certified Coach), e membro da direção da ICF Panamá.

Profissional orienta uma sessão de trabalho com uma equipa junto de um quadro

Desenvolvimento de líderes coaches

Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.

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As três principais modalidades de Coaching utilizadas nas organizações são:

  • Coach externo, profissional formado em coaching, contratado pela organização para processos específicos, de forma pontual ou contínua.
  • Coach interno, profissional formado em coaching que o pratica dentro de uma organização, fazendo parte dos seus colaboradores.
  • Líder Coach, gestor ou supervisor que utiliza ferramentas e competências de coaching no seu papel de líder.

 

Alguns dos desafios do líder coach são:

  • Como fazer coaching eficazmente com todos os meus colaboradores, individualmente, no tempo limitado do dia a dia?
  • Como fazê-lo virtualmente?
  • Como melhorar continuamente as minhas competências?
  • Como utilizar ferramentas de coaching com toda a equipa, para que os membros as apliquem entre si e criemos uma cultura de desenvolvimento de equipas?

 

Para se desenvolver como líder coach, o líder precisa de formação específica que permita desenvolver e aplicar competências de coaching na organização de forma ética e profissional.

 

A base dessa formação são as oito competências definidas pela ICF — International Coaching Federation, divididas em quatro grupos:

 

  1. Competências Fundamentais
    1. Demonstrar uma prática ética
    2. Incorporar uma mentalidade de coaching
    3. Cocriar a relação
    4. Estabelecer e manter acordos
    5. Cultivar confiança e segurança
    6. Manter a presença
    7. Comunicar eficazmente
    8. Escutar ativamente
    9. Despertar a consciência
    10. Cultivar a aprendizagem e o crescimento
    11. Facilitar o crescimento de cada cliente

 

Esta é uma descrição breve das competências, feita pela autora para este artigo. Para uma definição mais completa e precisa, recomendamos a consulta da página da ICF:

 

  • Demonstrar uma prática ética, compreendendo e aplicando consistentemente a ética e os padrões do Coaching.
  • Incorporar uma mentalidade de Coaching aberta, curiosa, flexível e centrada no coachee.
  • Estabelecer acordos claros com o coachee e, quando aplicável, com os diferentes stakeholders, sobre a relação, as conversas de coaching, o processo, os planos e as metas.
  • Cultivar confiança e segurança, criando em parceria com o coachee um ambiente seguro e de apoio que lhe permita partilhar livremente, numa relação de respeito mútuo e confiança.
  • Manter a presença, dedicando toda a atenção ao coachee, com uma postura aberta, flexível, estável e confiante.
  • Escutar ativamente o que o coachee diz e o que não diz, para uma compreensão completa no contexto dos seus sistemas, apoiando a expressão do cliente.
  • Despertar a consciência, facilitando a compreensão e a aprendizagem através de ferramentas e técnicas como perguntas poderosas, silêncio, metáforas e analogias.
  • Facilitar o crescimento, transformando aprendizagens, conhecimento e visão em ação e promovendo a autonomia do coachee.

Para desenvolver mais eficazmente as competências de coaching, é útil contar, durante a formação, com coaches profissionais, mentores e/ou supervisores e, internamente, com pares e sponsors que promovam uma cultura de coaching.

 

Ao utilizar ferramentas de coaching, os líderes contribuem para a mudança cultural, potenciando uma orientação para soluções. Promovem também a comunicação e as relações, a confiança e o compromisso dos colaboradores. Estas ferramentas ajudam as pessoas a ganhar autonomia, a centrar-se em soluções e a procurar apoio para resolver os desafios por si próprias.

 

Os estudos internacionais mostram que o coaching é fundamental no desenvolvimento de equipas de alto desempenho.

 

Autora: Fátima Ribeiro

A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.

Convite da Tigo Business para uma conferência de Fátima Ribeiro sobre gestão de equipas

Ferramentas de Coaching na Gestão de Equipas

Em 9 de setembro de 2021, colaborei com a TIGO Business na conferência “Ferramentas de Coaching na Gestão de Equipas”, dirigida às PME, com transmissão para nove mercados: Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai e El Salvador.

O coaching é um processo criativo com o olhar no futuro e no desenvolvimento de soluções.

Competências-chave como estabelecer confiança, estar presente, comunicar eficazmente e facilitar aprendizagens e resultados são muito importantes no atual contexto hiperligado, de maior volatilidade, complexidade e incerteza.

Explorámos como os líderes podem utilizar ferramentas de coaching na gestão das equipas, para potenciar resultados e cuidar do bem-estar, apoiando líderes e empresários perante os desafios de hoje e do futuro.

Obrigada à TIGO Business pela oportunidade e a todos os participantes!

Pés em equilíbrio sobre uma corda, representando a incerteza

O coaching em tempos de incerteza

Este artigo foi publicado originalmente no jornal La Estrella e integra uma coluna quinzenal da ICF Capítulo Panamá para divulgar o Coaching profissional. Procura informar, criar consciência e distinguir o coaching profissional, em que o coach se rege por princípios éticos e melhora continuamente as suas competências.

A International Coaching Federation (ICF), fundada em 1995, está comprometida com o desenvolvimento da profissão e definiu um modelo de competências-chave com elevados padrões éticos.

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O Coaching em Tempos de Incerteza

Para definir o papel do Coaching Profissional e a forma como pode apoiar em tempos de incerteza, instabilidade e mudança, como os trazidos pela COVID-19, é necessário ter presente a definição de Coaching da ICF — International Coaching Federation.

O Coaching é um processo de parceria com os clientes que, através da reflexão, estimula o pensamento e a criatividade para maximizar o potencial pessoal e profissional.

No coaching, o olhar dirige-se ao FUTURO e ao desenvolvimento de SOLUÇÕES, com perguntas sobre “como”. Apoia o cliente a definir e a centrar-se no seu propósito, construir uma visão, avaliar os recursos de que dispõe e os que precisa de desenvolver, e agir de acordo com os seus objetivos.

Escutamos o que o cliente diz e o que não diz, apoiando a sua expressão. Despertamos a consciência e facilitamos a compreensão e a aprendizagem através de ferramentas e técnicas como perguntas poderosas, silêncio, metáforas ou analogias.

Reconhecemos as emoções presentes sem lhes atribuir conotações negativas ou positivas. Promovemos a reflexão sobre as áreas que estão sob o controlo do cliente e cocriamos o estado de espírito que permite encontrar soluções para o futuro.

O Coaching não é Psicoterapia como referido no artigo publicado nesta coluna em 1 de março de 2020. De acordo com o código de ética da ICF, encaminhamos os clientes para profissionais de saúde quando identificamos sinais de alerta. Não trabalhamos no espaço do pânico, da ansiedade ou da depressão, mas no desconforto que pode ser também um espaço de criatividade e aprendizagem.

O processo pode realizar-se de forma VIRTUAL com eficácia nos resultados e no bem-estar. É igualmente possível gerar confiança e, em alguns processos virtuais, a reflexão e a comunicação podem potenciar as aprendizagens do coachee.

Os coaches profissionais trabalham a partir do SERVIÇO e da CURIOSIDADE e sentem-se confortáveis com o NÃO SABER, o que os prepara para apoiar em situações de mudança e incerteza. Descobre mais sobre a Mentalidade do Coach no artigo publicado nesta coluna em 15 de março.

Na ICF, a nível internacional e local, criamos espaços de desenvolvimento das competências dos nossos membros e proporcionamos ferramentas que os ajudem a ser melhores coaches em diferentes contextos. Trabalhamos localmente com o apoio de uma estrutura internacional, para nos desenvolvermos em benefício dos clientes.

Sendo o coaching um processo de estímulo do pensamento e da criatividade, que liga a visão do futuro desejado às ações no presente, neste contexto de COVID-19 pode apoiar, entre outros:

  • Pessoas que precisam de desenvolver novas soluções para uma realidade em mudança, incerta e ambígua. Sugerimos a leitura complementar do artigo publicado nesta coluna em 20 de fevereiro: “Quando recorrer a um coach pessoal certificado?”
  • Líderes que precisam de apoio para lidar com a ambiguidade, tomar decisões difíceis, comunicar em tempos de crise, criar parcerias com todos os stakeholders e cultivar uma visão estratégica da liderança para o presente, o amanhã e o futuro.
  • Equipas que precisam de desenvolver ligações e relações e de evoluir para equipas de alto desempenho.

O coaching não é mentoria: não indica as ações ou decisões que o cliente deve tomar. Facilita o crescimento, ajudando a transformar aprendizagens, conhecimento e visão em ação e promovendo a autonomia do cliente.

 

A autora é ACC (ICF Associate Certified Coach), coach em processos de desenvolvimento profissional, liderança e equipas, e membro da direção da ICF Panamá.

Mensagem: procuram-se líderes éticos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável

Procuram-se líderes éticos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável. Alinhas?

Artigo publicado originalmente na revista Competitividad Ejecutiva — pág. 14

 

Ao refletir sobre o que se passa em muitos países da América Latina e do mundo, e sobre a evolução tecnológica num contexto cada vez mais volátil, incerto, complexo, ambíguo e hiperligado — VUCAH, na sigla inglesa — acredito que a maior ameaça à nossa sociedade não é a evolução tecnológica acelerada.

A maior ameaça é a perda de confiança nas instituições e nas empresas. É a escassez de líderes que acreditem e pratiquem a ética e os valores, liderem com transparência, gerem confiança e assumam o seu “contrato de liderança”.

A tecnologia traz desafios de adaptação e digitalização, mudanças nas estruturas produtivas e nos modelos de negócio, necessidades de formação, identificação e desenvolvimento de talento, assim como desafios aos sistemas educativos e às políticas públicas. Mas não é, em si, uma ameaça.

É uma oportunidade de desenvolvimento, produtividade, eficiência e melhores condições de vida, se nos dispusermos a mudar, a sair da zona de conforto e a enfrentar os desafios com tenacidade e visão, enquanto sociedade, empresas e indivíduos.

As sociedades mais desenvolvidas foram construídas com base na confiança, na cooperação e no respeito pelos direitos humanos, na crença de que o esforço, o trabalho e a colaboração permitem melhorar a qualidade de vida.

O exemplo e a esperança num futuro melhor motivam-nos a agir e a dar o melhor de nós.

Essa confiança está a desgastar-se. Em muitas sociedades latino-americanas, os índices de qualidade institucional revelam resultados baixos face aos países com maior sucesso mundial.

Segundo dados do Banco Mundial apresentados pelo BID no Fórum Económico 2018 da APEDE, a qualidade institucional dos países considerados bem-sucedidos tem uma média de 6,1, face a 1 no Panamá. No índice de competitividade de 2018, o Panamá ficou globalmente na 64.ª posição entre 140 países e, além disso, ocupa a 80.ª posição no índice de corrupção.

As expectativas sobre os líderes são cada vez maiores e os problemas sociais mais complexos. Os líderes estão mais expostos ao escrutínio dos meios de comunicação e das redes sociais. A sociedade procura líderes que assumam responsabilidades, enfrentem desafios e conduzam a mudança. Líderes que sejam exemplos e trabalhem, nas empresas, nas organizações ou no serviço público, para tornar o mundo melhor.

Vince Molinaro, no livro “O Contrato de Liderança”, um guia para ser um líder responsável e de confiança, afirma:

  • “A liderança é uma decisão: toma-a”
  • “A liderança é uma obrigação: assume-a”
  • “A liderança é trabalho árduo: sê forte”
  • “A liderança é uma comunidade: liga-te a ela”

Quando o líder assume estas quatro componentes e as vive diariamente, torna-se um exemplo que outros querem seguir. Terá clara a obrigação de criar valor para os seus stakeholders, e terá coragem e resiliência para fazer o trabalho difícil. Trabalhará para construir confiança e uma cultura de liderança.

Aceitas assumir o teu contrato de liderança?

 

Referências:

  • Livro: Vince Molinaro, “El contrato de liderazgo — Una guía para ser un líder responsable y confiable”.
  • Conferência no Fórum Económico da APEDE, em 8 de novembro de 2018: Carlos Garcimartín, economista-chefe do BID, “A reforma do Estado para uma gestão pública eficiente e o seu impacto na competitividade do país”.
Equipa de profissionais conversa e analisa documentos em conjunto

Coaching de equipas

As organizações procuram desenvolver líderes que reconheçam o impacto da globalização no negócio, demonstrem adaptabilidade para ter sucesso em novos contextos, desenvolvam competências tecnológicas nas suas equipas, valorizem e promovam a diversidade, colaborem, construam confiança, uma visão e uma estratégia comuns, e criem parcerias.

Neste sentido, as empresas também desejam desenvolver equipas de alto desempenho, que comuniquem de forma eficaz, gerem motivação e influência nos membros da organização e promovam o desenvolvimento das pessoas à sua volta, produzindo em conjunto resultados superiores aos das contribuições individuais.

As principais vantagens da metodologia de coaching de equipas da Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching são:

  • A transformação simultânea de líderes e equipas.

A equipa, no seu conjunto, define uma área de desenvolvimento da liderança e cada membro identifica a sua própria área, relacionada com o foco global da equipa. Assim, desenvolvem-se simultaneamente a equipa e cada um dos líderes.

  • Conhecimento interno

Os membros da equipa podem proporcionar aconselhamento especializado e uma perspetiva interna uns aos outros, relacionados com o negócio, as pessoas e os desafios da sua cultura de equipa.

  • Abertura à mudança contínua

Quando os membros da equipa colaboram como partes interessadas nos programas de coaching de equipas, criam uma cultura aberta à mudança da liderança e da própria equipa.

  • O coaching é uma competência de liderança

O coaching é uma competência de liderança e os líderes devem saber promover o desenvolvimento das suas equipas e o crescimento dos seus colaboradores. O coaching de equipas é um excelente programa para integrar esta competência de liderança na organização.

  • Utilização eficiente de recursos

O coach trabalha com todos os membros da equipa, que se apoiam mutuamente ao longo do processo, tornando o programa mais eficiente em termos de tempo e custos para a organização.

Além disso, a metodologia Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching:

  • Dá ênfase ao fazer, à ação e aos comportamentos: o show how.
  • Está diretamente ligada aos objetivos comerciais ou aos desafios estratégicos.
  • Privilegia uma abordagem sistemática, com acompanhamento dos compromissos assumidos ao longo do tempo.
  • Valoriza a medição como parte integrante de um processo mensurável e quantificado.

Estou à tua disposição para que possas conhecer melhor o processo de coaching de equipas da Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching.

Escreve-me para o email fatima.ribeiro.coach@gmail.com ou contacta-me através do meu site https://fatimaribeiro.coach/pt/

Fátima Ribeiro

 

Para mais informações sobre a Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching, visita o site: http://sccoaching.com/coaching-for-executives/