Artigos

Duas profissionais conversam no escritório

És mulher? Desenvolve o teu potencial de liderança

A liderança feminina

No meu artigo “A liderança feminina no Panamá” descrevo brevemente as conclusões de um estudo desenvolvido no Panamá sobre “La mujer en la gestión empresarial: cobrando impulso en Panamá”.

Entre as medidas para superar os dilemas e contradições internas que as mulheres enfrentam no acesso a cargos de responsabilidade, o estudo identifica programas de mentoring, coaching e planos de desenvolvimento de carreira.

O coaching ajuda a identificar crenças que limitam o crescimento profissional e a liderança das mulheres e a romper com hábitos que travam o seu percurso, seja numa promoção, numa negociação salarial bem-sucedida ou numa mudança profissional.

Os 12 hábitos que te impedem de avançar…

Nos meus processos de coaching utilizo, entre outras ferramentas, os 12 hábitos identificados no livro “How Women Rise”, de Sally Helgesen e Marshall Goldsmith:

  1. Relutância em assumir as próprias conquistas
  2. Esperar que os outros reparem espontaneamente nas suas contribuições e as recompensem
  3. Sobrevalorizar a experiência
  4. Construir relações sem tirar partido delas
  5. Não reunir aliados desde o primeiro dia: aliados, mentores e patrocinadores.
  6. Colocar o trabalho à frente da carreira
  7. A armadilha da perfeição
  8. O desejo de agradar
  9. Minimizar-se
  10. Fazer em excesso
  11. Ruminar
  12. Deixar que o teu radar te distraia

Estes hábitos surgem muitas vezes em conjunto. Por exemplo, a relutância em assumir as próprias conquistas (1) é frequentemente acompanhada pela expectativa de que os outros reparem espontaneamente nas suas contribuições, as elogiem e recompensem (2).

Outros que podem coexistir são a sobrevalorização da experiência (3), colocar o trabalho à frente da carreira (6) e a armadilha da perfeição (7).

Plano de ação

Se identificas em ti alguns destes comportamentos ou hábitos, sugiro que estabeleças um plano estratégico para implementar mudanças.

Alinha os teus objetivos com o teu propósito. Começa por um ou, no máximo, dois hábitos, dividindo-os em pequenas rotinas. Sê específica e concisa nas ações e define um prazo para as implementar.

Procura ajuda profissional, como a de um coach, ou de alguém comprometido com o teu desenvolvimento que também queira mudar, estabelecendo um “coaching entre pares”. Partilha os teus objetivos, pede feedback, escuta, agradece e introduz mudanças ao longo do plano.

Num processo de coaching, trabalham-se de forma integrada o propósito, os objetivos, a realidade objetiva e subjetiva, as visões e as opções, implementando um plano de ação. Este estimula ações acompanhadas pelo desenvolvimento de relações e por feedback, permitindo concretizar as mudanças desejadas e medir a sua eficácia.

As nossas crenças condicionam a resistência à mudança, as nossas respostas ajudam a moldar as circunstâncias e os nossos comportamentos influenciam a forma como os outros nos respondem.

As organizações podem implementar processos de coaching que apoiem o desenvolvimento da liderança feminina. As profissionais podem também contratar individualmente um processo que contribua para o seu desenvolvimento.

Referências: Livro “How Women Rise”, break the 12 habits holding you back from your next raise, promotion or job, Sally Helgesen e Marshall Goldsmith.

 

 

 

Profissional conduz uma reunião de equipa numa sala envidraçada

A liderança feminina no Panamá

Realidade

O Panamá ocupa a 43.ª posição na classificação mundial de 144 países do Índice de Paridade de Género do Fórum Económico Mundial, mas 71% das empresas não têm mulheres no nível máximo de direção.

Segundo o estudo “La mujer en la gestión empresarial: cobrando impulso en Panamá”, a representação das mulheres em cargos de direção varia por nível e diminui à medida que se sobe na hierarquia. Na supervisão, a representação é de quase 37%; no nível intermédio, 34%; no superior, 22%; e no nível executivo máximo, apenas 8%.

As dificuldades de acesso das mulheres a cargos de direção, como CEO ou membro do conselho de administração, aumentam com a dimensão da empresa. São as grandes empresas que apresentam menor representação feminina nos cargos de topo.

A menor presença das mulheres sente-se nas áreas de operações e de investigação e desenvolvimento, enquanto no Panamá ocupam posições mais relevantes em marketing, vendas e recursos humanos.

90% das empresas concordam que as mulheres lideram com a mesma eficácia que os homens. Contudo, o estudo identificou barreiras como a falta de experiência em direção geral ou operacional e os estereótipos sobre o papel e as capacidades das mulheres, refletindo uma visão contraditória com aquela afirmação.

Outras barreiras importantes foram a pouca disponibilidade ou flexibilidade de horários para viajar, a falta de apoio à conciliação entre trabalho e família e a falta de compromisso dos líderes com a progressão das mulheres.

No grupo de discussão do estudo, as mulheres identificaram como principais obstáculos o dilema família/carreira, organizações pouco conciliadoras e espaços de poder pouco inclusivos.

70% das empresas inquiridas afirmam ter uma cultura equilibrada e inclusiva, mas apenas 30% reconhecem que, com as mesmas competências e qualificações, as mulheres encontram maiores dificuldades para chegar a cargos de direção de topo.

Existem limitações sociais e culturas empresariais excludentes, assim como limitações impostas pelas próprias mulheres devido a crenças pessoais ou condicionantes familiares.

Os inquéritos reconhecem benefícios importantes da implementação de iniciativas de diversidade e igualdade de género: melhores resultados empresariais, incluindo rentabilidade e produtividade, maior capacidade de atrair e reter talento e melhoria da reputação da empresa.

Importa divulgar estes benefícios, promover boas práticas e trabalhar em conjunto com os diferentes intervenientes para reduzir as barreiras identificadas.

Entre as medidas para superar os dilemas e contradições internas que as mulheres enfrentam no acesso a cargos de responsabilidade, o estudo identifica programas de mentoring, coaching e planos de desenvolvimento de carreira.

 

O coaching apoia a mudança

O processo de coaching é fundamental para identificar crenças que podem limitar o crescimento profissional e a liderança das mulheres, e para romper com hábitos que travam o seu percurso, seja numa promoção, na negociação salarial ou numa mudança profissional.

No processo de coaching, identificam-se objetivos, reflete-se sobre a realidade objetiva e subjetiva, geram-se opções e implementa-se um plano de ação.

Este plano estimula ações acompanhadas pelo desenvolvimento de relações e por feedback, permitindo implementar as mudanças desejadas e medir a sua eficácia.

O coach acompanha a profissional no seu desenvolvimento executivo e de liderança. O processo pode partir da empresa ou da própria profissional, que se compromete, assume a responsabilidade e quer potenciar o seu percurso. Os indicadores-chave, ou KPI são definidos caso a caso. Nos processos contratados por uma organização, incluem avaliações do desenvolvimento da liderança pelos stakeholders ou partes interessadas selecionadas como relevantes, tornando o processo mensurável e quantificado.

No meu artigo “És mulher? Desenvolve o teu potencial de liderança” podes encontrar mais informação sobre o desenvolvimento da liderança feminina.

 

Referências: Estudo “La mujer en la gestión empresarial: cobrando impulso en Panamá”, promovido pelo CoNEP — Consejo Nacional de la Empresa Privada e pela OIT — Organização Internacional do Trabalho, elaborado pela Stratego e pela Enred Panamá.

Fátima Ribeiro recebe um certificado numa formação

O Coaching, a Liderança e outras Competências Interpessoais

Curso de Investigação para Publicação em Revistas Indexadas na Quality Leadership University, com o projeto: O Coaching, a Liderança e outras Competências Interpessoais nas empresas do Panamá. Obrigada a todas as empresas que colaboraram no projeto de investigação! Continuo a trabalhar para promover a sua publicação!
Retrato de Fátima Ribeiro a sorrir

A vida é generosa!

Faz parte da minha rede de contactos e permite-me apoiar-te!

A vida é generosa se estivermos abertos às suas possibilidades, se formos resilientes na procura dos nossos sonhos, se enfrentarmos os desafios e ultrapassarmos as dificuldades, se agradecermos as nossas conquistas e construirmos uma rede de apoio ao longo do caminho.

Esta rede organiza-se em diferentes áreas da vida — pessoal, profissional, comunitária ou social — e pode ter várias funções: conforto, clarificação, confronto e energia.

Pode incluir amigos, familiares próximos ou distantes, colegas de trabalho, vizinhos, companheiros de atividades de lazer, consultores profissionais e pessoas da comunidade, entre outros.

Pode trazer-nos pessoas que nos escutem, reconheçam, confortem, esclareçam, deem energia, nos liguem a outros, nos desafiem a ser melhores pessoas e profissionais, nos forneçam informação e nos apoiem na resolução de dificuldades.

Somos seres sociais que crescem e se desenvolvem através da interação com os outros. É um dar e receber.

Este dar e receber traz-nos cada vez mais quando é um processo generoso e verdadeiro, centrado no desenvolvimento, na autonomia e na concretização de sonhos.

O meu propósito como coach é capacitar com propósito, contribuindo, com entusiasmo e confiança, para desenvolver o potencial de cada cliente através de novas estratégias de pensamento, emoção e ação que promovam a autonomia, fortaleçam relações e ultrapassem barreiras.

Apesar das dificuldades e dos desafios constantes, a vida tem sido generosa comigo e estou grata por tudo o que me deu.

Sou feliz quando partilho conhecimentos e apoio o desenvolvimento dos meus clientes e de todos à minha volta, quando ponho o meu propósito em prática.

Também aprendo muito com os meus clientes, que me inspiram diariamente a ser uma profissional e uma pessoa melhor.

“Abertura” foi uma palavra que me inspirou e marcou profundamente no ano anterior. Abertura a novos contactos, interações e oportunidades.

Com estes pensamentos e como parte da minha responsabilidade social enquanto coach, ofereço uma oportunidade à medida das circunstâncias de quem esteja comprometido com o seu desenvolvimento pessoal e profissional e sinta que posso contribuir para concretizar os seus sonhos.

Convido-te a escrever-me, a contar-me os teus sonhos e projetos e por que acreditas que um processo de coaching pode contribuir para o teu desenvolvimento. Se estás verdadeiramente focado e assumes a responsabilidade pelo processo, ofereço-te a oportunidade de te apoiar. O preço é definido por ti, em função dos teus objetivos.

A International Coach Federation (ICF) define o Coaching como um processo de parceria com o cliente que estimula o pensamento e a criatividade para maximizar o seu potencial pessoal e profissional. É um processo personalizado e dinâmico em que o cliente identifica e desenvolve ferramentas para se tornar a melhor versão de si mesmo e definir os passos para alcançar a sua própria definição de sucesso.

Escreve-me para o email fatima.ribeiro.coach@gmail.com e conta-me por que consideras que um processo de coaching comigo te pode apoiar.

Este programa terá a duração de um ano, de 1 de junho de 2018 a 1 de junho de 2019. Em função dos emails recebidos, oferecerei, em cada quadrimestre, a uma pessoa a oportunidade de participar num processo de Coaching, em condições acordadas entre ambas as partes e de acordo com os objetivos definidos.

Desejo-te sucesso no teu desenvolvimento, na criação de uma rede de contactos, no dar e receber e na forma positiva e verdadeira como interages, contribuindo para o desenvolvimento de todos à tua volta!

Fátima Ribeiro

Fátima Ribeiro fala ao microfone numa conferência sobre desenvolvimento de líderes

Conferência: Como impulsionar o desenvolvimento dos líderes

Conferência: Como impulsionar o desenvolvimento dos líderes. Com o apoio do IV COREGICAH — Congresso Regional sobre Gestão Integral do Capital Humano.

Data: maio de 2018

Audiência acompanha uma apresentação de Fátima Ribeiro sobre liderançaGrupo de participantes do COREGICAH posa com o nome do congressoFátima Ribeiro com participantes do COREGICAHFátima Ribeiro intervém ao microfone durante o COREGICAHCertificado de reconhecimento atribuído a Fátima Ribeiro no COREGICAH

Membros de uma equipa juntam as mãos em sinal de colaboração

O coaching como ferramenta de desenvolvimento social

Segundo o ICF Global Coaching Study 2016, realizado pela ICF (International Coaching Federation) em colaboração com a PwC em 137 países, os dados recolhidos indicam que o coaching influencia a mudança social.

A nível mundial, 51% dos coaches profissionais inquiridos e 49% dos gestores e dirigentes com competências de coaching consideram que este pode influenciar fortemente a mudança social. Já 33% dos coaches profissionais e 27% dos gestores e dirigentes com estas competências consideram que a influência pode ser moderada.

A perceção dos coaches profissionais sobre a capacidade do coaching para influenciar a mudança social varia consideravelmente entre regiões.

Na América Latina e nas Caraíbas, dois em cada três coaches inquiridos (68%) consideram que o coaching pode influenciar fortemente a mudança social.

Segundo o ICF Global Consumer Awareness Study 2017, realizado pela ICF e pela PwC em 30 países, os dois principais benefícios reconhecidos nos estudos de satisfação da ICF são a melhoria das competências de comunicação (42%) e o aumento da autoestima e da autoconfiança (40%).

Estas competências criam pontes nas famílias, organizações e comunidades, apoiam uma integração social e profissional mais equilibrada e contribuem para um desenvolvimento social e económico sustentável.

O Coaching como ferramenta de desenvolvimento pode aplicar-se a diferentes etapas da vida.
Nos jovens, nos adultos em atividade profissional e nas pessoas mais velhas, contribui para uma maior consciência do valor próprio, para alargar perspetivas de desenvolvimento pessoal e profissional, dar um propósito à vida e construir um legado.

É uma ferramenta que ajuda a enfrentar os desafios de cada etapa e a encontrar oportunidades num mundo cada vez mais volátil, incerto, complexo, ambíguo e hiperligado (VUCAH, na sigla inglesa).
A melhoria da comunicação, da autoestima e da autoconfiança ajuda a reduzir o isolamento nas sociedades atuais e contribui para uma maior integração social.

Nas organizações, utilizar o coaching como ferramenta de desenvolvimento também traz contributos positivos, nomeadamente para a igualdade de género, a diversidade e a inclusão.
No ICF Global Consumer Awareness Study 2017, a razão mais citada para procurar coaching foi otimizar o desempenho profissional individual e em equipa (43%), sendo o terceiro benefício mais referido o aumento da produtividade (39%).

O coaching como ferramenta de desenvolvimento social é, assim, transversal à sociedade: aplica-se a indivíduos, comunidades e organizações com ou sem fins lucrativos, contribuindo para a responsabilidade social empresarial e para os objetivos de desenvolvimento sustentável.

Fátima Ribeiro

Equipa reunida à volta de uma mesa para partilhar ideias

A liderança do futuro

Assistir recentemente a um webinar do Dr. Marshall Goldsmith sobre “liderança ontem, hoje e amanhã” e conversar sobre liderança em contextos educativos motivou-me a dedicar este artigo à liderança e ao seu papel na sociedade atual.
Os desafios de um mundo global, complexo, em mudança e diverso exigem uma liderança diferente.

O líder deixa de ser entendido como um ser superior, centrado na tarefa, que fornece estrutura e direção, para ser um facilitador envolvido no diálogo e na participação de todos.

“O líder do passado sabia dizer; o líder do futuro saberá perguntar”, afirma Peter Drucker. Para Paul Hersey, “liderar é trabalhar com e através dos outros para alcançar os objetivos”.

Peter Hawkins diz-nos que o próprio conceito de inteligência está a evoluir. Passou do quociente intelectual, IQ, para o quociente emocional, EQ, e hoje avançamos para o WeQ, ou seja, para a inteligência colaborativa.

O líder do futuro demonstra um elevado interesse tanto pelas tarefas e objetivos como pelas pessoas, adaptando o seu comportamento às exigências da situação.

É recomendável analisar a preparação das equipas, a autonomia na decisão e o nível de poder antes de escolher o estilo de liderança ou de tomada de decisão.

Peter Hawkins considera que as pessoas com maior sucesso no futuro serão aquelas com maior capacidade para estabelecer ligações.

Isto recorda-me uma frase de Jared Weiner na Conferência Anual de Executivos CADE 2017 da APEDE: “as competências interpessoais, como a construção de relações, a colaboração, a empatia e a sensibilidade cultural, tornar-se-ão a moeda de maior valor. As pessoas com competências híbridas — elevada capacidade tecnológica e profunda sensibilidade social — vencerão no futuro”.

O pensamento global, a diversidade cultural e intercultural, a construção de parcerias, o conhecimento tecnológico inteligente e a liderança partilhada, com o líder como facilitador, são dimensões emergentes do líder global do futuro no modelo de avaliação de liderança global da MGSCC — Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching.

Este modelo é uma avaliação interessante para servir de base a um processo de coaching para o desenvolvimento da liderança: estruturado, mensurável e inclusivo dos stakeholders ou partes interessadas em redor do líder, pois a liderança só existe verdadeiramente quando é reconhecida. O modelo fornece estrutura e direção e o coach facilita as aprendizagens.

Fátima Ribeiro

Identidade visual de Fátima Ribeiro num cartão apoiado na relva

A minha marca

Hoje falo-vos como empreendedora que está a desenvolver o seu negócio e a sua marca.

Chegar a uma marca é um exercício de introspeção, uma reflexão profunda sobre os nossos valores, talentos e aquilo que queremos transmitir.

A fotografia que acompanha este artigo foi tirada num dos meus ambientes preferidos: a natureza.

Sou cidadã do mundo por opção, num processo de crescimento interior e de bem-estar familiar.

Mas encontro as minhas raízes, a minha tranquilidade e plenitude na natureza, na contemplação da sua perfeição.

Nasci em África, nos espaços amplos e abertos, onde a vida cresce nos lugares mais recônditos e inesperados.

Cresci na Europa, onde o engenho humano nos maravilha e inspira com a sensibilidade das suas obras, e onde valores como o desenvolvimento social estão enraizados na cultura.

Vivo agora na América Latina, no Panamá, onde a exuberância da natureza nos fascina e o clima tropical cria condições extraordinárias para o desenvolvimento.

O verde e o azul do meu logótipo representam as escolas e marcas a que devo a minha formação de base em Coaching: INCAE Business School e Marshall Goldsmith Stakeholder Centered Coaching.

Representam também o verde da natureza, em harmonia com a expressão da vida, e o azul do céu, dos espaços abertos, da amplitude, de novas perspetivas e possibilidades.

Enquanto seres humanos, é ao céu e ao espaço que elevamos os nossos sonhos!

É interessante observar como um dos homens mais inovadores da atualidade enviou para o espaço o seu Tesla Roadster com o homem das estrelas, Starman, ao volante, numa viagem que combina sonhos e possibilidades.

Olhamos para a imensidão das possibilidades do espaço e ansiamos por elas, mas mantemos as nossas raízes de seres vivos na natureza.

O meu logótipo e a minha marca refletem, assim, os meus valores e convidam ao desenvolvimento contínuo.

A vida cresce e encontra formas de sobreviver mesmo em ambientes desfavoráveis, mas floresce quando o ambiente é favorável.

O processo de Coaching ajuda a florescer: rega, potencia competências e talentos, convida a sonhar e abre novas possibilidades, mantendo o contacto com a terra e criando raízes num processo de procura de resultados e bem-estar.

Fátima Ribeiro

Coach certificada